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09.06.08 | A PRIMEIRA PERDA - CLAÚDIO B. CARLOS
Quando, naquela noite, o pai entrou no rancho com o filhotinho dentro duma caixa de sapatos... |
25.06.08 | SANTO ANTÔNIO - ELANO RIBEIRO
Lá vai a procissão, com Santo Antônio sendo carregado sempre a quatro pares de braços por senhores que se revezam na pesada, porém confortante e gloriosa, tarefa de levar pelas estreitas ruas... |
09.06.08 | SOBRE A CIRCUNSTÂNCIA E SEUS MUITOS APELIDOS - CLÁUDIO B. CARLOS
no cu do mundo, no oco da boca banguela da magra terra (a loba faminta que a todos engole), plantaram o zé, que a vida apelidou ninguém... |
16.05.08 | SOBRIEDADE REGURGITADA - MIGUEL BARROSO
Já que o meu orgulho doentio não me permitia - como seria de não esperar – aprender com os meus erros, tentei aprender com os dos outros... |
01.05.08 | VOODOO CHILD (OU CACHORO QUENTE VODU) - ELANO RIBEIRO
Estou atrás de um dos gols da quadra de futsal. Apenas uma grade e alguns poucos metros me separam da baliza. Posso sentir o cheiro do suor que sai dos poros da pele do goleiro... |
21.04.08 | PORCO NA CABEÇA - S. QUIMAS
Prometeu parar de beber, mas jamais cumpriu a promessa. Todos os dias saia cedo de casa. Dizia que para procurar trabalho. Nem nas feiras-livres, nos fins de semana, uma caixa sequer descarregava... |
12.04.08 | O GAME - S. QUIMAS
Aquela frase dita pelo caboclo ficou na cabeça da mulher durante semanas, mas como nada aconteceu de especial desde a última sessão no terreiro... |
01.04.08 | HOMENAGEM AO ANJO QUE NÃO QUIS ESPERAR O FIM - IZA CALBO
As garras da morte são sempre afiadas. Há alguns dias, um jovem desistiu de viver. Era uma pessoa que pensava. Aliás, pensava demais. Só quem não pensa – começo a acreditar nisso – descarta a possibilidade de antecipar a morte... |
28.03.08 | ÚTERO 12 - LUCIANO FORTUNATO
Estamos no município de Mendes, interior do Estado do Rio. À nossa frente o imponente Túnel 12. Estou de pé, com os braços cruzados, entre os trilhos... |
01.02.08 | Carlos, Bia, Eduardo e Fernanda - ELANO RIBEIRO
Carlos era apaixonado por Bia, que por sua vez gostava do Eduardo, mas este queria namorar com Fernanda, que para completar o “círculo de amores”... |
24.12.07 | TRANSFERIR O NATAL - PAULINO VERGETTI
Neste ano e nos vindouros, o Natal deveria ser mais presencial campino. Transferir os festejos natalinos para o Brasil interiorano e produtor da proteína que se consome nas metrópoles... |
15.12.07 | UM CONTO DE NATAL - ELANO RIBEIRO
Não podia ser verdade. Justamente no Natal em que João Pedro mais precisaria da ajuda de Papai Noel, vinham seus colegas da escola com essa história de que o bom velhinho não passa... |
13.12.07 | O anacronismo a partir de uma fotografia - BIA MIES
É engraçado ver como o tempo passa e como nossos traços diferem, sem que percebamos suas mudanças... |
24.11.07 | A Trágica Morte do Dramaturgo Quase Bi-Centenário - IRINEO NUNES
A experiência de viver seus próprios personagens bem poderia ser considerada uma aventura. O dramaturgo que vive no risco de se expor ao ridículo, de cara, já deveria ser considerado um herói... |
11.11.07 | O Roteirista, Juliete e o Músico - IRINEO NUNES
O avião pousou suave no antigo Galeão, hoje Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim. O vôo estava chegando com apenas dez minutos de atraso... |
01.11.07 | A ERA DOS DESCARTÁVEIS - PAULINO VERGETTI
É crível, sem se fazer grande esforço, que o homem entrou no terceiro milênio destruindo bem mais a natureza do que fazendo qualquer outra ação... |
19.08.07 | O CORREDOR SUICIDA - ELANO RIBEIRO
O velório e o enterro transcorreram de forma serena, apesar da perplexidade e incompreensão por parte dos familiares e amigos com relação ao ocorrido. O defunto em questão era o Coronel da Reserva... |
08.08.07 | Desedênico Oriente! - PAULINO VERGETTI
O Oriente compara-o à floração do Ipê branco, quando suas algodoáceas flores encantam a todos. É uma pena que o mesmo não possa eu dizer dos homens que habitam esse mesmo Oriente!... |
01.08.07 | E DEUS, ONDE ESTÁ - PAULINO VERGETTI
O pensamento nos oferta as idéias, e o homem buscam Deus incessantemente, com medo de ter medo e/ou de não ter esperança... |
01.08.07 | RECOMEÇO À MEIA-NOITE - IZA CALBO
Passa da meia-noite. A zero hora foi-se. Mas o tempo não passa pelo zero. Segue, em progressiva escalada, até me alcançar... |
10.07.07 | FILHOS DA SANTA - IZA CALBO
A mulher ralhava com os filhos. Havia um quê de sensatez naquelas queixas todas, mas, a grande mágoa, ela trazia escondida nos olhos vazios. Olhava os meninos e via a si mesma... |
01.07.07 | SENHOR DAS ARMAS - IZA CALBO
Tudo no subsolo está sombrio. O baú de correspondências antigas‚ banhado por uma fresta minúscula de sol, como se escondesse, de algum modo, um resto de vida... |
01.07.07 | MINHA PRIMEIRA VEZ - ANTÔNIO DE ARAÚJO
Finalmente... depois de tanto tempo de espera, chegou a minha primeira vez...
Os dias que antecederam o grande dia foram marcados por muita preparação física e psicológica... |
29.06.07 | ENTRE O CHOP E A LIVRARIA - ADALBERTOS DOS SANTOS
Há dois lugares num shopping que não se pode passar feito um doido. É olhar direito pra eles e sair como um bom visitante, daqueles que tiram proveito... |
13.06.07 | SÃO PEDRO x EU - ELIDA KRONIG
Ando de pá virada pra São Pedro. Não é pra menos, ele anda nos enganando a todo momento. Carioca não quer saber de previsões meteorológicas... |
14.05.07 | MARIA DOS MEUS SONHOS - S. QUIMAS
As suas mãos não estavam vazias. Um pouco da terra que cultivara anos a fio pousava sobre a palma da mão espalmada, como se mostrasse ao céu o amor... |
10.05.07 | JOGOS DE DADOS - S. QUIMAS
4 e 1. O circo estava abarrotado de pessoas. Era uma sessão especial, pois estrearia o novo domador, um francês que lidava com tigres... |
24.04.07 | DAISY - S. QUIMAS
O carro estacionou, um Peugeot, e ela fingiu que não percebeu a chegada do motorista. Era prostituta, mas não queria trabalhar hoje.. |
18.04.07 | E SÓ CAROLINA QUEM VIU... - ADALBERTO DOS SANTOS
A história começa há mais de 20 anos. Carolina já era sucesso à época, e, diga-se logo, muito mais do que hoje. Se não me engano éramos um mais velho que o outro: uns 13 ou 14 anos... |
26.03.07 | O MENINO E MAL - PAULINO VERGETTI
Nem me preocupei com a queda do moleque. Estava acostumado com as suas travessuras e por isso mesmo achei que se levantaria do chão e sairia correndo para aprontar uma nova... |
16.01.07 | DOIS NO CALÇADÃO - ELANO RIBEIRO
A matriz de Nossa Senhora de Copacabana está lotada de parentes e amigos de Flávio e Ana Rita. Ele, um jornalista em ascensão, editor de uma famosa revista semanal... |
23.12.06 | LÚCIA - ELANO RIBEIRO
Lúcia era uma moça muito tímida. Na verdade, extremamente tímida. Resultado de uma educação austera por parte de seu falecido pai, um coronel reformado do exército... |
28.10.06 | ÉRAMOS CINCO - PAULINO VERGETTI
Éramos cinco. Sempre fomos. Meu pai, eu e as três personagens do poema: o poeta, o músico e o pintor. Ele declamava para mim, quase todas as noites antes de eu dormir... |
12.06.06 | PAI E AMANTE - PAULINO VERGETTI
Escrevi ao vento, todo o silêncio precisei que de mim, viajasse rapidamente e apenas lá na frente, bem lá na frente, onde já se enxerga a distancia consumida pelos passos dados... |
09.09.06 | MINHA HISTÓRIA - PAULINO VERGETTI
Eu tinha apenas cinco anos quando meu tio Agnovitch me pôs no velho ônibus que nos tiraria de Varsóvia... |
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